quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Não se preocupe comigo.

Uma vez havia um homem. Um homem de principios, ainda assim, homem. Por natureza esse rapaz, tinha instintos, todo homem tem.
Este homem tinha dificuldade pra se relacionar no início. Quando esse garoto tinha uma dificuldade, se concentrava para superá-la, e sempre conseguia. Superou a dificuldade que tinha em ser sociável, e virou uma pessoa sociável demais. Conheceu uma garota, socializou com ela até onde pode socializar-se com alguém. Gostou. Conheceu outra garota. Conheceu outras garotas. Conheceu mulheres. Gostou delas. Viciou no sexo feminino.
Passou a vida a satisfazer todas as mulheres que a física e a anatomia lhe permitiam. Passava dos limites.

Uma vez havia um homem. Um homem que traía. Todas as vezes que não estava com a sua esposa, estava com outra mulher, ou pensando em uma maneira de estar com outra mulher. Era um homem bonito, mas não tão bonito. Usava sempre a desculpa de ir visitar o seu irmão, outrora traficante na prisão, para sair com quantas mulheres pudesse. Seu irmão realmente estava preso, porém ele nunca o visitara e bastaria que a mulher fizesse perguntas ao homem a respeito do irmão preso para que ele não tivesse as respostas e acabasse por revelar a vida dupla que levava. Tinha muito tempo para "visitar o irmão" pois sua mulher precisava vez ou outra viajar para cuidar da mãe doente que vivia no ineterior. Sua mulher não perguntava a respeito do irmão preso, pois já preocupava-se demais com a mãe.
Muitas pessoas sabiam que essa mulher era traída, mas ninguém tinha coragem de entregar o cafajeste, pois ela já tinha preocupações demais com a mãe.
Uma vez havia uma mulher. Uma mulher que traía. Todas as vezes que não estava com o seu marido, estava com outro homem, ou pensando em uma maneira de estar com outro homem. Era uma mulher bonita, mas não tão bonita. Usava sempre a desculpa de ir visitar a sua mãe doente que vivia no interior, para sair com quantos homens pudesse. Sua mãe realmente estava doente, porém ela nem sabia dos problemas da mãe e bastaria que o homem fizesse perguntas à mulher a respeito da mãe doente para que ela não tivesse as respostas e acabasse por revelar a vida dupla que levava. Tinha muito tempo para "cuidar da mãe" pois seu marido precisava vez ou outra visitar o irmão outrora traficante, que agora estava preso. Seu marido não perguntava a respeito da mãe doente, pois já preocupava-se demais com o irmão.
Muitas pessoas sabiam que esse homem era traído, mas ninguém tinha coragem de entregar a safada, pois ele ja tinha preocupações demais com o irmão preso.









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